27 de fev. de 2013

Mês de Zelda - Review de The Legend of Zelda: Link's Awakening (DX)

Pra voltar com o blog a todo vapor, vou fazer uma review de um jogo da minha franquia favorita! ZELDA! Sempre adiei as reviews desses jogos pois minhas opiniões e admiração pelos jogos dessa franquia estão em constante movimento. Mas agora vai! The Legend of Zelda: Link's Awakening DX Em comemoração ao 27º aniversário da franquia Zelda, gostaria de presenteá-los com uma review de jogo e de homenagear essa franquia querida por muitos. Lançado originalmente para o Gameboy em 1993, Link's Awakening é tido como uma sequência direta dos eventos de A Link to the Past; ou seja, é o mesmo Link. Em 98, o jogo ganhou um remake colorido para o Gameboy Color, o Link's Awakening DX. Bem, tudo começa com Link à deriva no mar em uma jangada, em meio a uma tempestade. Então, Link acaba sendo levado para a ilha Koholint, onde à beira da praia jaz desacordado. Até que uma menina o socorre, Marin. E ela o leva até sua casa no vilarejo. Quando acorda, Link confunde Marin com a princesa Zelda, e deseja deixar a ilha imediatamente. Porém, ele percebe que perdeu sua espada. Link resolve voltar até a praia para procura-la, e lá uma coruja (sim, uma coruja) aparece e diz a ele que jamais poderá deixar a ilha sem antes despertar o Wind Fish, que dorme em um ovo no topo de uma montanha. Para isso, Link deverá encontrar oito instrumentos mágicos que estão escondidos em oito dungeons espalhadas pela ilha. E então a aventura começa. Apesar de oferecer poucas cores,o Gameboy Color faz mais juz à franquia, lhe dando a vida que só os jogos Zelda têm. Surpreendentemente, Link's Awakening tem tanta personalidade quanto A Link to the Past. Os personagens são cativantes, e os cenários e inimigos são tão animados quanto a engine do console permite. Pra quem já jogou mais jogos da franquia, e finalmente resolve pôr as mãos em Link's Awakening como eu, vai perceber que esse jogo já apresenta várias características que definem a franquia. Por exemplo, eu acho que esse jogo é o "pai" de Minish Cap e os Zeldas de DS, mais do que é "filho" de A Link to the Past. Primeiro, porque o overworld já é bem mais desenvolvido, temos de fazer mais coisas antes de cada dungeon; segundo, porque já temos aqui as sequências de troca que tanto adoramos; e terceiro, porque a dificuldade dos puzzles das dungeons é relativamente alta. Enfim, voltando aos visuais, apesar de o mundo do jogo ser condensado, todos os lugares são bem distintos, inclusive as dungeons. Como em qualquer Zelda, a continuidade do jogo depende do nosso progresso nas dungeons. Em cada dungeon tem um item, que será necessário para derrotar o chefe e para o acesso à próxima dungeon, etc... Mas em Link's Awakening, não é só dos items que dependemos para avançar. Antes de cada dungeon temos uma missão: encontrar a chave para a dungeon. Até porque os itens nesse jogo não são estrelas. Temos poucos itens, mas por outro lado nós usamos todos com frequência. Podemos usar os dois botões do Gameboy para selecionar itens. Podemos inclusive, deixar de usar a espada e o escudo. Quanto ao escudo, acho ruim o fato de ele não ser passivo como em A Link to the Past, pois afinal, eu nem usei o escudo o jogo inteiro. Mas uma parte inovadora é que para vários desafios devemos combinar o uso de dois items completamente diferentes. E nem sempre precisamos usar o item encontrado na dungeon para derrotar o chefes, que estão absurdamente fáceis nesse jogo. E pela primeira vez, enfrentaremos mini chefes. Uma das únicas coisas que me desagradaram neste jogo foram os mapas, tanto o overworld quanto os das dungeons. Eles não são muito visuais, nem úteis por vezes. Dependemos muito da memória aqui. Gostei bastante dos sons desse jogo. Tem a Ballad of the Wind Fish, que Marin canta, que você provavelmente vai assobiar por aí. E todas as dngeons têm bor base uma mesma canção, mas ela é bem diferente em cada uma. E todas são muito legais. Link's Awakening, tão inovador quanto pode ser, e mais surpreendente que você acha. Acho que qualquer fã de Zelda deve jogar o quanto antes este título, que não dá vontade de terminar de tão bom. Nota: 9.5 P.S. O layout da postagem está esquisito pois o blogger mudou várias coisas, não consigo deixar as imagens como eu gostaria. Se alguém souber me ajudar, manifeste-se.

12 de fev. de 2012

Review - Metroid Other M

Depois de um hiato (férias) não planejado, o blog volta às atividades! Feliz ano novo para todos nós \o/





Metroid Other M


Bom. Resolvi falar sobre esse game pois tenho lido e encontrado muitas coisas sobre ele recentemente. Muita gente falando mal, inclusive. Confesso que de tantas críticas que ouvi antes de adquiri-lo, fiquei com medo de não gostar do jogo. Mas arrisquei - e não me arrependi.

Tudo começa quando Super Metroid acaba. Nossa heroína, Samus, recebe um sinal de alerta de uma nave da federação galática e se dirige até ela. Os tripulantes desapareceram há sinais de destruição. Samus acaba encontrando o 7º pelotão da federação, cujos alguns soldados já lutaram com ela. Inclusive o comandante Adam Malkovich. Logo, Samus se reúne ao pelotão e começam uma busca por toda nave, a Bottle Ship.

A nave é dividida em vários setores que reproduzem determinados ambientes (vulcânico, aquático, etc.) e a cada nova descoberta no enredo somos presenteados com belíssimas cut scenes.
Esse jogo é um marco na série Metroid. Por quê?
Samus ganha voz! E apesar de muitos terem reclamado da dublagem, eu gostei.
Muitos fãs reclamaram que nessa história, Samus é mostrada com fraquezas e falhas. Coisa que nenhum outro Metroid jamais mostrou.
Samus sempre foi a caçadora de recompensas fodona e solitária, e dessa vez, vemos ela chorar e precisar de ajuda.
Bem, só jogando pra ver se isso vai afetá-lo, caro jogador.

Os gráficos desse jogo são belíssimos. Prezam pelo realismo sem esquecer das cores vivas. As animações estão bem feitas. Podemos observar um inimigo se movendo ao longe com "naturalidade"; não são os tipos de inimigos que são "ativados" conforme a proximidade que estamos. Em alguns locais grandes conseguimos perceber a noção de espaço, pois a câmera se afasta e nos deixa menores, obviamente.
Um dos aspectos que mais achei geniais nesse game é a constante transição 3D/2.5D que este game realiza. Diferentemente da trilogia Prime, Other M é em terceira pessoa, o que dá um toque de oldschool muito bem-vindo a uma série que se consagrou em side-scrollers.



Podemos observar que o mapa é ao mesmo estilo de Super Metroid, porém em algumas áreas nos locomovemos por ambientes 3D, e ao fazermos uma simples curva tudo se transforma em 2.5D. Em algumas áreas, a câmera está em ângulos diferentes do comum, ou na entrada está de um lado e na saída, do outro. Todos esses detalhes contribuem para que o jogo fique muito bonito - pra quem joga e quem assiste. As sequências em que temos que nos locomover por espaços que só a morph ball pode são de tirar o fôlego.

Agora falarei daquilo que mais desagradou os fãs - o gameplay.
Sim, a exploração continua ali. E sim, o estilo Metroidvania também. E sim, os map puzzles tambéééém.



MAS...
O mapa não é "aberto". Samus só pode ir a alguns lugares depois de liberados. Não é por falta e itens. E não há armas ou upgrades para procurarmos, apenas munição. O que acontece é que o comandante tem que nos autorizar para podermos usá-los. Pois é.
Mas não se assuste. Há muita munição pra procurar.
Se um lado da balança desce, outro tem que subir, não é mesmo?
Uma adição legal ao gameplay foi a possibilidade de desviar que Samus ganhou. Quando estamos sob ataque, recebemos um sinal; se balançarmos o Wii mote, Samus desviará - e com estilo. E se algum inimigo está caído é só se aproximar e desferir um finishing attack.



Outro aspecto interessante é a transição de 3ª para 1ª pessoa para podermos mirar com mais precisão e utilizar as armas especiais. Tudo isso é feito apenas apontando o Wii mote para a tela.

O som de Metroid Other M é bom. Só. A trilha sonora combina com a atmosfera de cada ambiente, os efeitos sonoros são competentes e a dublagem não nojenta. Mas não, nada de clássicos memoráveis aqui. É uma pena.

Por fim, Metroid é um jogo um tanto curto, porém com um alto fator replay. É muito divertido e um tanto viciante. E sinceramente, nenhuma de suas falhas é tão alarmante. Forme sua própria opinião JOGANDO.
Sem mais,

NOTA: 9.0



p.s. Lembre-se: comparação não é argumento ;)

29 de nov. de 2011

Review - The Lion King

Oláá!

Então, pra fechar o mês como um Rei tá aí o review de The Lion King!!





Esse com certeza é um dos melhores jogos disney da era 16-bits.
Acho que todo mundo que acompanhou essa época acabou colocando as mãos nesse jogo pelo menos uma vez, principalmente pelo fato de ser baseado em um dos filmes mais queridos de todos os tempos!

Neste jogo de plataforma você controla o pequeno Simba em suas aventuras pelas Terras do Reino. Todas as fases levam as cores e características de certos momentos do filme, fazendo com que nós facilmente associemos o jogo àquelas cenas. Nas opções de jogo podemos escolher o nível de dificuldade, ou seja, quanto certos inimigos devem tomar de dano para morrer, o quanto eles nos "machucam" e a quantidade de vidas.
Simba tem uma barra de energia e ao esgotá-la perdemos uma vida, quando perdemos todas as vidas perdemos um "continue", estes também podem ser apanhados ao longo das fases.



As fases, de um modo geral, não são um simples side-scrolling. Os elementos de plataforma são profundamente explorados e cada fase tem características especiais, como "Roar to the Monkeys/ Can't wait to be king", em que temos que pular por cabeças de girafas que estão prestes a levantar e nos derrubar, nos agarrar a rabinhos de hipopótamos, andar sobre um avestruz e evitar obstáculos e ainda decifrar o "código dos macacos" rugindo para eles mudarem de direção ao nos jogar de um para o outro. UFA! Bastante coisa para uma fase, não acham? Assim como a fase em que temos que fugir dos gnus, que apresenta uma perspectiva totalmente diferente, e que eu me atrevo a rotular como 2ª pessoa. Há ainda bônus entre as fases em que podemos controlar Timão ou Pumba. E como esquecer da luta final? Simplesmente uma das melhores e mais memoráveis boss fights.




Simba pode pular para matar inimigos ou rolar. Em certo momento do jogo, passamos a controlar Simba adulto e certos elementos da jogabilidade mudam, por exemplo: Simba agora está mais pesado e não pulará tão rápido ou tão alto; os imigos agora não são insetos, mas sim hienas e guepardos (não sei por que, mas tudo bem), por isso os ataques de Simba são tapas e outros golpes e o que se sucede são mini lutas durante as fases. O rugido de Simba, por sua vez, pode até matar inimigos pequenos (WOW), ou dar um pequeno stun nos inimigos grandes.



Os gráficos deste jogo são muito bonitos e bem desenhados, mais uma vez para tentar ao máximo fazer com se estivéssemos "jogando o filme". As animações são bem feitas e vivas e a trilha sonora não poderia deixar de ser um dos pontos altos do jogo, uma vez que este adota as melodias das canções do filme. WIN! Com certeza você cantava as músicas enquanto jogava. Além disso, o jogo apresenta voice acting do filme em alguns momentos.

The Lion King é um jogo muito criativo, divertido e cativante, assim como o filme. Mesmo não sendo lá um grande desafio hoje em dia, esse game com certeza vale um replay só pelas boas lembranças.

Nota: 8,5
HAKUNA MATATA!!!!!!!

Obrigada mais uma vez!

COMENTA AÍ

27 de out. de 2011

Mês do Halloween - Review: Muppet Monster Adventure

Hello! Doce ou susto??!

Antes de qualquer coisa, um recadinho:
A partir de agora eu vou tentar postar 2 vezes por mês, e um dos posts sempre será um review de algum game.

Esse é primeiro game que eu vou analisar "oficialmente" e é um game que quase ninguém ouviu falar (só os hipsters conhecem). Eu acho uma injustiça um game tão divertido não ser apreciado, por isso desde já aconselho-os a baixar e JOGAR ESSE JOGO. Em comemoração ao Halloween eu vos apresento:




Muppet Monster Adventure


Esse jogo de 2000 para Playstation é um plataforma 3D ao estilo de Spyro, Mario 64 e Crash Bandicoot.

Tudo começa quando Caco Sapo e seus amigos vão viajar de férias. Robin, o sobrinho do anfíbio também vai junto e se decepciona ao ver que o destino da viajem não é nenhum dos que ele imaginava. Eles foram parar em um castelo assustador para visitar o Professor Heneydew, e Robin desmaia ao levar um susto de uma figura misteriosa. Quando acorda, vê que todos sumiram. Pepe, Honeydew e Beaker continuam ali e contam o que aconteceu: todos foram transformados em monstros dos clássicos de cinema. Robin decide fazer alguma coisa, então Honeydew dá a ele uma mochila com poderes especiais, e uma luva capaz de lançar raios de energia nos inimigos. Assim começa a jornada.

Nós somos direcionados ao hub do game que é de onde podemos visualisar e acessar as fases. A tela de loading é criativa e não nos deixa entediados.
O game é muito colorido, simpático e agradável ao olhos. Nada é exagerado, apesar de ser um game que tem muitos toques de humor.
Os gráficos não deixam a desejar, os cenários das fases são bem construídos e projetados, são ricos em detalhes e as animações são boas e divertidas



As fases são grandes e bem feitas, e um fato curioso é que como o game tem um tom de assustador/cômico praticamente todas se passam à noite ou ao anoitecer. Os chefões não são difíceis mas são muito legais de enfrentar.

Em cada fase há uma quantidade X de estrelas e Muppet Tokens devemos coletar o mínimo especificado para podermos abrir a fase seguinte. Alguns Muppet Tokens só conseguiremos se realizarmos os mini-games espalhados pelas fases, que podem ser tanto corridas ou destruir objetos ou encontrar objetos. Os inimigos são eliminados de formas diferentes: ou com um giro, assim como em Crash, ou com o raio de energia ou às vezes com os dois poderes.

Há ainda amuletos que coletamos que nos dão poderes especiais referentes aos monstros em que Caco e os outros se transformaram. Isso com certeza é o diferencial e o mais legal de Muppet Monster Adventure. Ao pular podemos voar como um vampiro, ou escalaromos certas áreas com o poder do lobisomem e ainda nadar como o monstro do pântano. Sem falar dos outros.



Os efeitos sonoros são muito bons, podemos ouvir o som de um cachoeira ao longe e perceber que gradualmente ele aumenta. Assim como os sons dos inimigos que também podem ser ouvidos e que são bem particulares. O voice acting é muito bem feito e deixa o game ainda mas engraçado. A trilha sonora é simplesmente fantástica!!! Acompanha o clima do game e praticamente todas as fases têm um tema particular. As músicas são muito criativas e recebem influências de vários estilos, como o samba, salsa, polka, oriental e muitos outros.



Muppet Monster Adventure é um jogo bonito, cheio de detalhes, cômico, tem um protagonista simpático e apesar de as fases serem longas o game é curto, mas muito recompensador.

Nota: 9


Obrigada e comentem!

29 de set. de 2011

Ilustres Vendedores

Hoje eu vou falar daquele personagem que você às vezes ignora, mas que é tão importante para avançarmos no jogo: os vendedores.
Às vezes alguns itens só podem ser encontrados com eles. Ou então, há aquele key item que é ele que vende, os itens estranhos.
Eu escolhi três vendedores um tanto famosos e que eu julgo os mais marcantes dos games.

The Merchant - Resident Evil 4



Esse cara é quase tão sinistro quanto os zumbis. Por muitas vezes ele nos assusta e acabamos matando ele sem querer. MAS ele volta vivinho em outro ponto. Com seu sotaque exótico e "some RARE things" ele com certeza é uma ajuda bem-vinda, justamente NAQUELA hora que nós precisamos de alguma coisa.

Happy Mask Salesman - The Legend of Zelda: Ocarina of Time e Majora's Mask



Esse simpático (e misterioso) homenzinho vende Máscaras (???). Em Ocarina of Time ele faz com que nós vendamos máscaras para ele fora da Castle Town, com isso conseguimos uma comissão pelo nosso serviço. Já em Majora's Mask ele tem um papel mais importante: em troca da informação que Link necessita pra voltar ao normal, o vendedor pede para recuperarmos uma máscara de seu acervo que foi roubada: a Majora's Mask.


Master Librarian - Castlevania Symphony of the Night




O bibliotecário do castelo do Drácula tem muitas coisas à venda. É ganancioso e guarda mais segredos do que você pode imaginar, mas nada que alguns pulinhos não revelem. Quando encontra Alucard o velho hesita em ajudar, mas o filho do Drácula oferece recompensa e convence o bibliotecário.
Abaixo um vídeo do primeiro diálogo com ele.



Faltou alguém na lista?? Comente!

"COME BACK ANY TIME"

21 de ago. de 2011

The Legend of Zelda: Skyward Sword - O que já sabemos






Com certeza é o jogo mais esperado desde que foi anunciado que um novo Zelda estava sendo preparado. Miyamoto comentou isso em 2008 (!). Em 2009 uma artwork (imagem acima) foi apresentada e, para alívio de alguns, o design de Link não era cartoonesco. A partir de então, muito se especulou sobre a história do game, uma vez que a imagem já revelava um personagem novo, e quanto ao fato de Link portar apenas um escudo.

Miyamoto já se declarou fã do design cartoon de LoZ: Wind Waker e os LoZs para DS, mas devido ao sucesso de Twilight Princess a Nintendo não poderia se arriscar com mais um título para console de mesa com aquele estilo. Ficou decidido que a arte do jogo seria um crossover realístico com cel-shading com influências impressionistas.



Já foi dito que a ênfase do gameplay será na luta com espada, e para deixar essa característica evidente o game exigirá o uso de um Motion Plus. Teremos que usar a espada estrategicamente para vencer os inimigos, e não apenas apertar um botão repetidamente. Além disso, o escudo terá uma barra de resistência.



Link também poderá correr mais rápido, mas vai cansar!



Já se sabe também que essa história se passará antes de Ocarina of Time. Tudo começará em Skyloft, uma ilha que flutua no céu. O que os habitantes de Skyloft não sabem é que existe um mundo sob eles: Hyrule. Link e Zelda são grandes amigos e em um belo dia, passeando em suas aves de estimação(?), Zelda é capturada por um ser misterioso e levada à Hyrule. Caberá a Link salvá-la.



Pelos trailers conhecemos o vilão Ghirahim (na imagem abaixo). Como eu tenho certeza de que a Nintendo não iria revelar de vez o real vilão da história eu aposto em mais personagens e viradas no enredo.



Além disso, conhecemos Phi, a personificação da Skyward Sword que ajudará Link em sua jornada.



Sabemos também, que este Zelda terá música orquestrada e que os Gorons farão sua aparição neste game:



Em entrevista com o produtor da série, Eiji Aonuma, foi dito que Ganon não aparecerá neste game, uma vez que o foco da história não estará na Triforce, e sim na origem da Master Sword. Neste artigo (em inglês) da IGN, você pode ver vários motivos para não se preocupar com a ausência do "Rei do mal" : http://wii.ign.com/articles/118/1187020p1.html

FINALMENTE FOI ANUNCIADA A DATA DE LANÇAMENTO DE SKYWARD SWORD: 20 DE NOVEMBRO DE 2011.


EPIC!!!

24 de fev. de 2011

Alguns jogos para passar o tempo




Então!
Está de férias e já não sabe mais o que fazer?
Ou mesmo não estando, não sabe mais o que fazer? Não sabe o que poderia jogar?
Então faz um download de um emulador pra SNES e dê adeus ao tédio!


...


Tá. Foi mal pelo tom de propaganda ¬¬

Nesse post eu vou indicar alguns jogos casuais de SNES pra você passar o tempo e se divertir um pouco.

Começando por um jogo um tanto desconhecido que eu acho que as meninas vão gostar.

KOI HA BALANCE: BATTLE OF LOVERS



Neste jogo, você é um rapaz solitário que está à procura de um par para um encontro, você está diposto a levar sua gatinha onde quer que ela deseje só para conquistar seu coração.
O cenário é uma cidade em forma de tabuleiro, e nela há várias garotas espalhadas. Você e seus rivais partem de um ponto comum, e seu objetivo é encontrar uma garota antes dos outros rapazes.
Quando é sua vez de jogar, um tipo de sorteio como se fosse um dado rolando começa e quando você aperta um botão para parar, aparece o número de passos que você vai dar no tabuleiro. Durante o percurso você vai parando por pontos onde coleta items que serão importantes na sua jornada.
Chegando no seu broto, o próximo passo é levá-la onde ela quer, porém haverá muitos concorrentes no caminho que tentarão tirá-la de você e é aí que os itens são úteis.
Quando você e sua pretendente cruzam um solteiro uma nova tela aparece e vocês colocarão em uma balança os items que vocês possuem. Quem tiver itens mais valiosos fica com a menina.

Suas fúteis!!!


O negócio é procurar outra e levá-la ao destino. Se você levar mais meninas em uma partida, você ganha.


Próóóóóximo!

Super Pinball - Behind the Mask




Esse jogo é um simulador pinball (sério?!). Há três mesas diferentes e você pode optar pelo modo freeplay ou carreira. Mas não vá pensando que vai ser fácil "passar" de fase. Deve-se obter muitos pontos para vencer. O jogo foi feito pra ser o mais realista que o SNES o deixaria ser. A física é muito bem empregada no game: os efeitos de peso, direção e velocidade da bolinha e da força das palhetas são muito bem elaborados. Então não vá querendo colocar a culpa na "máquina" se você não vencer.



Alem disso, os designs das três mesas são bem criativos, uma é bem diferente da outra e a trilha sonora é bem agradável. O que não é nem um pouco agradável é ouvir um macabro HA, HA, HA! quando sua bolinha cai.


GOOF TROOP



Bem, esse jogo não é tão desconhecido e nem é tão casual. Com certeza, em algum momento da sua infância você colocou as mãos neste jogo desenvolvido pela Capcom (bons tempos, Disney). Nele você controla Pateta ou Max que vão parar em uma ilha infestada por piratas para resgatar seus amigos. Ao longo das fases você deve resolver vários tipos de puzzles para poder avançar e ainda se ver livre dos piratas. Você conta com alguns items e você só pode levar dois por vez, o que requer um pouco de estratégia.



O game é muito colorido e bonito. Além disso, as animações são bem feitas e a trilha sonora combina com o clima tropical dos cenários. E o que é mais legal é que o jogo permite dois jogadores.

É isso, gente. Espero que tenham gostado.
Sugestões? Comentem!

12 de dez. de 2010

O Design dos Games



Esse assunto vem me chamando atenção quando eu comecei a notar os jogos dessa nova geração de consoles, todos em busca dos gráficos perfeitos.
Mas até onde o extremo realismo dos jogos deve ir?

Eu reconheço que alguns jogos como GTA, ou Red Dead Redemption (ambos da Rockstar), ou até mesmo outros jogos do gênero pedem esse tipo de gráficos. Mas há uma tendência entre as produtoras de deixar todo e qualquer jogo realista. Todos para testar e desafiar a capacidade para o console ao qual são destinados.

E que consoles são esses, que servem de "lar" para esses jogos? Xbox 360 e PS3, óbvio. A Nintendo por sua vez, utiliza-se de títulos saudosistas e design diferenciado para concorrer com a superioridade da capacidade dos outros consoles. E mesmo assim, com pouquíssimo fanservice em seus títulos, consegue ser superior em vendas.

Então, por quê trocar um design caprichado por jogos extremamente realistas? Sem tirar o mérito dos gráficos realistas, pois sei que dá tanto ou mais trabalho que um jogo mais cartoonizado, menos realista. A questão é, tanto realismo e falta de originalidade na hora de desenvolver a jogabilidade é falta de coerência. Veja God of War e o novo Castlevania, por exemplo. Jogabilidade muito semelhantes e gráficos feitos para impressionar.

Na década de 90, eu acredito que um dos designs que mais inovaram a geração dos games foi a da série Donkey Kong, um dos primeiros jogos a utilizar gáficos 3D pré-renderizados. Além disso, conta com uma jogabilidade soberba, e design impecável.



Em algumas fases, acompanhamos um pôr-do-sol ou anoitecer. Quase todas possuem cenário animado.



O belíssimo design do worldmap de Donkey Kong Country 3



Com o Nintendo 64, vimos o maior ícone dos videogames ganhar 3 dimensões:



E um dos melhores títulos de todos os tempos - The Legend of Zelda: Ocarina of Time:



Será que então tudo mudaria? Mario, o personagens das plataformas side-scroller agora em 3D. O trabalho que fizeram em Mario 64 com certeza fez sucesso e jogos do bigodudo em 3D até hoje são bem recebidos, como Mario Galaxy e Mario Galaxy 2, dois dos jogos com as maiores notas dadas pelos críticos.

Com a revolução do 3D nos videogames, parecia que ninguém mais queria saber de side-scrollers. Final Fantasy VII veio para consolidar o nome da série que já possuía grande notabilidade. Com uma história impecável e sendo o primeiro da série a utilizar gráficos 3D, é um ods títulos mais aclamados do PSOne.



Mas, não. Os side-scrollers não ficaram esquecidos. Retornando às plataformas 2D, está Castlevania Symphony of the Night, plataforma com uma pitada generosa de RPG. Os gráficos deste jogo são muito bonitos. Plano de fundo pintado à mão, animação dos personagens foi feita cuidando os mínimos detalhes sem falar na trilha sonora.



Agora a questão é: um design diferenciado faz o game chamar mais atenção? O valor e a importância do design foi resgatado com Okami para PS2 (posteriormente para Wii), com um design inspirado na arte japonesa:



Na geração Wii, temos muitos exemplos de conceitos originais. Super Paper Mario é um aprimoramento do conceito de seus predecessores. Neste jogo, Mario, personagens, inimigos e partes do cenário são "feitos" de papel. Quase tudo é da finura de um papel, e num cenário totalmente interativo, Mario pode andar tanto em 2D quanto em 3D.



Para finalizar, quero comentar dois designs muito bonitos e um tanto originais.
O jogo de plataforma Wario Land: Shake It retorna com os cenários pintados à mão e personagens animadas como em um desenho. E um dos títulos mais recentes da Nintendo: Kirby's Epic Yarn, do mesmo estúdio de Wario Land: Shake It. Caramba! Quem teve a ideia de criar um jogo estilizado como se fosse tudo de tecido? Que ideia maravilhosa. Esse jogo é uma obra de arte. É lindo demais! Sem contar com toda a interatividade do cenário.





É isso, gente. Por enquanto. espero que comentem!

O realismo dos gráficos te ajuda a imergir mais no jogo? Comente.

21 de nov. de 2010

Dica de Natal




Opa! O Natal tá quase chegando, e que tal comprar um jogo, um console...
Quem der uma pesquisada vai encontrar certos jogos até R$20,00 mais baratos. Chegou também o Wii vermelho, uma edição comemorativa dos 25 anos do Mario que além do Wii Sports vem com o New Super Mario Bros. Wii.

Há também vários produtos relacionados ao Mario, que podem ser encontradas em lojas especializadas em games, por exemplo:

Pelúcias Yoshi


Pelúcia Mario


Ou o tabuleiro de xadrez


Feliz Natal